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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Os 30 pecados do músico sacro

A paz de Jesus!

Nesse mês, a cada dia estaremos postando cada um dos 30 pecados do músico sacro, que foram listados pelo pe. Joãozinho, conforme disse o músico Urbano Medeiros, nessa página da Com. Canção Nova: http://www.cancaonova.com/cnova/ministerio/temp/inf_txt.php?id=2153.

Esses 30 não são todos, mas são a raiz de muitos. Que fiquemos atentos a eles para não cometê-los. Precisamos estar vigilantes!

Pecado n°1: fazer do altar um palco.
Pecado n°2: impor sempre seu gosto pessoal.
Postado por: Gian.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Como preparar o banquete


Recentemente no canal de Música do site da Canção Nova foi divulgado um texto, de André W. Florencio, ministro de música da comunidade, que aborda os pontos principais que o músico cristão deve observar para preparar-se para tocar ou cantar a Santa Missa. É este texto, ou melhor, seus pontos-chave, que trago hoje, acompanhado de alguns comentários que falam da vivência de ministeriado.

Rezar: a oração é o "carro-chefe" do ministério de música, precisamos orar juntos e orar individualmente. Necessitamos de oração como combustível e sustento do nosso ministério. A oração também envolve a boa convivência com os irmãos, o respeito, a liberdade, a verdade. Vamos englobar nesse item [oração] o amor com que vivemos e nos tratamos no ministério de música. Não devemos rezar somente com nossas palavras, mas com todo nosso ser.

De fato, a obra quando é feita sem oração constitui um risco de não dar certo. Aliás, nada sem Deus frutifica. E uma das melhores formas de acolhermos o Senhor no nosso meio, no servir, é rezando. Às vezes, antes da missa ou de um ensaio, podemos até nos esquecer de rezar juntos. Porém, ainda bem que temos o costume de visitar a capela do Santíssimo antes de qualquer serviço. Até porque, como é que entra-se numa casa sem ao menos cumprimentar o seu dono?

Preparar a Santa Missa: Esse item requer outros escritos, quero aos poucos conversar sobre a preparação da Santa Missa, parte por parte, para que estejamos sempre em comunhão com a Igreja. Mas, basicamente, é preciso escolher os cantos e ensaiá-los, ensaiá-los com o povo, tornar os cantos conhecidos, preparar o salmo, etc. Dialogar com o presidente da Celebração Eucarística, ler as leituras, antífonas, para escolher os cantos de acordo com a celebração daquele dia. Basicamente é isso, mas voltaremos em breve a conversar sobre esse tema.


É complicado quando os cânticos não estão "no mesmo tom" das leituras da missa. Ao invés de unidade, vê-se divisão e todos sabem quem é que veio para causar dissensões. Quanto a ensaiar os cânticos com o povo, é algo que merece ser bem observado pelos ministérios, pois a assembléia tem todo o direito de participar ativamente nas respostas, nos cânticos, na oração.
Na missa devemos estar unidos na mesma canção, na mesma oração, no mesmo amor que é o de Deus.

Montagem e passagem de som:
É inadmissível para o músico/ministério de música começar a cantar na Missa sem se ouvir, ou pior: sem o povo ouvi-lo. É preciso ter as referências do instrumento de harmonia, é preciso equalizar o som, evitar as microfonias, fazer os cortes de frequência, assim por diante. Fazendo uma observação aqui: já deparei com pessoas que têm vergonha de passar o som no microfone. Bom, irmão, irmã, é seu trabalho, faz parte dele. É preciso que você ouça sua voz e a banda enquanto você canta. Isso corrige vários erros graves de afinação e rítmica. Ou seja, é preciso chegar cedo, carregar muitas vezes os cabos, bateria, caixas, instrumentos, etc. É preciso zelo e cuidado, depois é preciso fazer um som agradável dentro da igreja. Eu já pequei e muito na minha adolescência por fazer uma música barulhenta, meu coração era cheio de Deus e meus ouvidos cheios de barulho. Conforme fui amadurecendo (e quanto sofri para isso!) fui percebendo que a música é uma espécie de barulhinho bom. Um som agradável ajuda muito na manifestação do povo na Celebração Eucarística. É preciso afinar os instrumentos. Isso é básico. Harmonia. Nós precisamos harmonizar toda a assembleia, e isso começa em nós, se estamos harmonizados no coração e na música, a assembleia será harmonizada pela nossa música. Reflita sobre isso com seu ministério, ensaie mais, reze mais, estude mais. Vai dar certo!


Se tem algo que, em relação ao som, faz muita diferença, é a equalização correta dos instrumentos e dos microfones, além das caixas de retorno e de saída. Aos poucos, pela experiência, consegue-se aprender coisas como: aumentar a intensidade de agudos causa microfonias mais facilmente, médios exagerados nos instrumentos como violão ou guitarra podem deixar o som desagradável, volume de saída muito alto pode desestimular a assembléia a participar nos cânticos, ficando como espectadora (o que não deve de forma alguma acontecer).

A afinação dos instrumentos, como disse o autor do texto, é muito importante. É bom que ela siga uma referência dada por um equipamento eletrônico, pois é mais prático para o momento e dá a frequência das notas com segurança. No momento do ensaio, é complicado estar afinando instrumentos, se o problema da desafinação não for algum problema do instrumento. A missa é algo que precisamos encarar com muita seriedade e o som que nossas vozes ou instrumentos emitirem precisam realmente servir à celebração.

Organização dos instrumentos: Eu posso dizer até hoje que sou muito "chato" com isso. Gente, estamos na igreja, na casa do Senhor e, geralmente, tocamos no meio de uma bagunça de cabos e fios espalhados pelo chão, e quando pisamos neles gera aquele barulho desagradável, que fica o tempo todo zunindo na cabeça de quem está na Missa. Outra coisa são os cabos em péssimo estado, que, muitas vezes, eu usei, mas não era por falta de dinheiro, não, irmãos, era porque eu não os consertava. Sempre temos na igreja alguém que sabe um pouquinho de ferro de solda e estanho. Invista nisso, é cuidado com seu ministério.

Às vezes convivemos com o problema de cabos, instrumentos e microfones formarem uma verdadeira bangunça no local da Igreja onde o ministério serve. Quando estamos na Igreja, estamos na Casa de Deus e é um local que merece respeito e organização. Quando houver excesso de cabos, é bom que o mesmo seja colocado num lugar a parte, separado dos demais. Assim não se misturam e não precisa-se percorrer a trilha do cabo para saber qual o seu microfone ou instrumento na mesa de som. Evita-se também acidentes com os equipamentos, pois eles podem enrolar-se e, ao puxar um só, podem cair outros. Nós não organizamos o nosso local de estudo ou trabalho? Por que não organizaríamos o nosso local de servir ao Senhor?

Tenham uma ótima semana,
E que Deus abençoe a todos.

Gian.







sábado, 15 de outubro de 2011

A história de Nos. Sen. Aparecida




Em síntese: Em 1717 três pescadores, após frustrada tentativa de apanhar peixes no rio Paraíba do Sul perto de Guaratinguetá (SP), colheram em suas redes o corpo de uma estátua de Maria SS. e, depois, a cabeça da mesma. A este fato se seguiu farta pescaria, que surpreendeu os três homens. Tendo limpado e recomposto a imagem, expuseram-na à veneração dos fiéis em casas de família. Verificaram-se, porém, alguns portentos, que chamaram a atenção do Pe. José Alves Vilela, pároco de Guaratinguetá. Este então decidiu construir para a Santa Mãe uma capela capaz de satisfazer ao crescente número de devotos da Virgem. Tal capela foi substituída por outra maior no morro dos Coqueiros em 1745, morro que tomou o nome de “Aparecida” (hoje cidade de Aparecida do Norte). Em 1846 foi iniciada a construção de templo mais vasto, que ainda hoje subsiste. No ano de 1980 foi concluída monumental basílica, alvo de peregrinações numerosas durante o ano inteiro. Em 1930 o Brasil foi solenemente consagrado a Nossa Senhora Aparecida pelo Cardeal D. Sebastião Leme na presença do Sr. Presidente da República e de numerosas autoridades religiosas, civis e militares.

Os acontecimentos de fins de 1995 chamaram a atenção para Maria Santíssima tal como é venerada em Aparecida do Norte (SP) e no Brasil inteiro na qualidade de Padroeira do nosso país. Sabe-se que tal devoção se deve a uma pesca surpreendente cercada de fatos extraordinárias, que suscitaram a piedade dos fiéis da região de Guaratinguetá e, posteriormente, a da população de todo o Brasil. Em 1930 a Virgem Santíssima foi proclamada Padroeira do Brasil sob o título de Nossa Senhora da Conceição Aparecida (ou Nossa Senhora Imaculada em sua Conceição e Aparecida nas águas do rio Paraíba do Sul).¹

Já que versões diversas correm sobre o desenrolar dessas aparições e os atos subseqüentes, apresentaremos, a seguir, a genuína história dos eventos registrados.


André

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

A falta de compromisso dos músicos.

Pilatos : a tentação da falta de compromisso
Série Formação: "Tentação do Músico"

A mulher já o havia advertido de que não fizesse nada contra Jesus, pois havia sido atormentada por um sonho que lhe dizia respeito (cf. Mateus 27,19b), porém, Pilatos estava pressionado por dois lados: de uma lado estavam os fariseus e príncipes dos sacerdotes, que queriam que Pilatos, detentor do poder de mandar Jesus à morte, o condenassem; de outro, estava a sua mulher, que não queria a morte de Jesus. Pilatos ainda se sentia constrangido com as palavras de Cristo, que lhe havia dito que realmente era Rei, mas que o Reino d'Ele não era deste mundo. E mais ainda: Jesus lhe havia dito que fora Seu Pai quem havia dado o cargo que ele [Pilatos] exercia.

O Senhor também revelou a Pilatos que Sua missão era dar testemunho da verdade. E este lhe pergunta: “O que é a verdade?” - tendo feito esta pergunta virou as costas a Jesus (cf. João 18,35-38). Ele não queria, na verdade, saber o que era a verdade nem se comprometer com verdade alguma; pois preferia prender-se à “sua verdade”, à sua conveniência. Pilatos queria soltar Jesus (cf. Lucas 23,20-21), mas se sentia pressionado, pois se assim o fizesse ele estaria se comprometendo com o Mestre de Nazaré e, por conseguinte, perderia sua posição no poder.




A posição de Pilatos era de “ficar em cima do muro”; não queria compromisso com Jesus, pois isso lhe traria muitos transtornos e sua vida mudaria da situação confortável em que se encontrava. Então, querendo satisfazer o povo e não a Deus (cf. Marcos 15,15), lavou as mãos e mandou que Jesus Nazareno fosse crucificado.

A falta de compromisso é uma tentação muito forte para o servo de Deus na música, pois é muito cômodo ter o ministério apenas como bico, como passatempo de fim de semana. É muito cômodo dizer: “Eu não tenho nada com isso, pois já fiz o meu trabalho!”

Ministério de música é, acima de tudo, compromisso com Deus, exige consagração e busca da verdade todos os dias da vida
. O músico não pode ficar “em cima do muro”, mas deve se comprometer, dedicar sua vida a esse ministério. É uma tentação muito grande, a mesma em que caiu Pilatos, a de achar que a vida piorará se nos comprometemos com o Senhor. Jesus nos amou tanto que deu a vida por nós. Como Ele não irá nos dar a felicidade de que precisamos? Não adianta ser servo de Deus na música e nos deixarmos levar por uma vida sem oração e sem vínculos com a Igreja, sem compromissos com o Reino do Senhor.


Trecho extraído do Livro: "Formação Espiritual de Evangelizadores na Música" de "Roberto A. Tannus e Neusa A. de O.Tannus"

Fonte:http://musica.cancaonova.com/
André

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Os enganos da música.

Olá galera,estamos iniciando mais um quadro.Dessa vamos mostrar imagens e atitudes dificéis de explicar de alguns famosos que tantas vezez idolatramos. A série:Os enganos da música,vem trazer imagens curiosas de uma artista famosa.
Acompanhe e depois comente as suas conclusões.

Porque sempre tem bodes, mortes, e coisas bizarras em seus clipes, será que é só para chamar a atenção?



Olho de Hórus ou 'Udyat' é um símbolo, proveniente do Egito Antigo, que significa Poder e Morte, relacionado à divindade Hórus. Era um dos mais poderosos e mais usados amuletos no Egito em todas as épocas. Porque será que Lady Gaga tem essa fascinação por esse movimento nos olhos, ela faz isso em TODOS os seus clipes, seria apenas uma coisa legal para se fazer repetidamente? Ou teria algo por trás disso?






NA FOTO ACIMA VEMOS CLARAMENTE ELA COM O SIMBOLO THE HORUS NA MÃO, E SEU DANÇARINO COM A PIRÂMIDE COM O OLHO. NÃO SE DEIXE ENGANAR. ISSO É MUITO ANTIGO...




Lady Gaga e muitos outros artistas estão sendo influenciados pelo simbolismo maçon, iluminati e outras formas de ocultismo antigo, encontrado em muitas bandas desde décadas atrás. Esses simbolos sempre aparecem diante dos nossos olhos, mas muitos de nós não percebemos. Pelo menos até agora.



poder e morte.



Diretor de clips da Lady Gaga e outros famosos.




SERÁ QUE É SEM QUERER MESMO?


FONTE:e-mail privado.

ps:"Ninguém tem maior amor do que este: de dar a Sua vida em favor dos Seus amigos." João 15:13

terça-feira, 7 de junho de 2011

Comunicado a todos os cristãos

Pr. Marco Feliciano

A noite passada passei em vigília e em oração. Busquei entendimento no Senhor sobre os assuntos que pautaram os noticiários de ontem, e o que me veio ao coração foi preocupante demais.

Existe uma proposta de lei que foi (PL.122), na qual tem como um de seus alvos, retirar das prateleiras todos os escritos tidos por um grupo como Escritos Homofóbicos.

Para o leigo, tal proposta é legitima, afinal, qualquer tipo de preconceito deve sim ser combatido e repudiado. Todavia para os que conhecem a fundo o assunto, sabem muito bem que o alvo é banir do nosso país o Livro dos Livros, A Bíblia Sagrada! Pois esta contem textos que condenam a pratica da homossexualidade.

Mas depois de meditar, pois fui bombardeado por um assunto que foi deturpado, compreendi. Ontem eu citei a bíblia num assunto puramente teológico que fala abertamente sobre maldições e nada mais, e acabei sendo
acusado maldosamente de ser racista e preconceituoso, isso, confesso, me dá
nojo, angustia e revolta e fico pensando até onde vai a maldade de alguns.
E pensei. Qual será o próximo ataque?
Será que eu, ou um outro líder religioso estaremos pregando sobre a CRUZ e
> falando que o sofrimento de Jesus nos libertou do mal, e alguém ira nos
> processar, dizendo que estamos fazendo apologia a TORTURA? Ou nos rotulando de MASOQUISTAS?

Será que ao ministrarmos sobre o nascimento virginal de Jesus, dirão que apoiamos a GRAVIDEZ INDEPENDENTE?

Que ao citarmos o patriarca Abraão e o sacrifício de Isaque irão dizer que apoiamos a VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA?

Que quando pregarmos contra a feitiçaria, seremos taxados de intolerantes?

Acordemos! De maneira subliminar e sorrateira começam a desconstruir a nossa fé cristã. Começam a manipular a opinião publica contra nossas bases.

Abra sua Internet e procure sobre perseguição religiosa no mundo. Você
encontrará pastores presos por pregarem a palavra, serem processados por
sustentarem suas posições cristãs!

Pastor nesse país é sinônimo de ladrão, padres, sinônimo de pedofilia! Será
que ninguém percebe o que esta acontecendo aqui? Estamos sendo perseguidos, estamos sofrendo PRECONCEITO RELIGIOSO!

Em uma reunião da Frente Parlamentar da Família, (da qual sou o segundo secretario), com o Ministro da Justiça, ouvi o presidente da frente, o Senador Magno Malta algo que me deixou assustado, pois eu não tinha o conhecimento, de que, o programa evangélico do Pr. Silas Malafaia sofreu uma retaliação e tem classificação especial. Não pode ser exibido em horário normal, pois foi rotulado como impróprio. Mas algumas novelas, que mostram, nudez, sexo, violência, não sofrem com esse problema. Que país é esse, onde a palavra de Deus não pode ser pregada como ela é?

Acordemos repito! Nossos conceitos, nossos valores, nossa fé esta sendo posta a prova e não nos atentamos a isso. E quando falo nossa fé não me dirijo a uma vertente A ou B do cristianismo, e sim a todos os cristãos do Brasil. A CNBB deve tomar conhecimento do anunciado ontem via mídia on-line, que, a Igreja Católica foi citada no episódio, pois afirmaram que já houve preconceito no passado usando o mesmo texto bíblico.

Eu conclamo a todos os que professam a fé cristã a se posicionarem agora, para não chorarmos amargamente amanhã! Caminhamos para o caos como uma sociedade sem regras, onde os valores estão deturpados e o certo passa a ser o errado.

Estou Parlamentar, eleito pelo povo de Deus, e sou Pastor por vocação divina. Se for pelo evangelho, não temo. Lutarei sempre. Não me intimidarei ante estes ataques. Agora acabei descobrindo o real motivo pelo qual fui constituído pastor pelo Senhor e parlamentar pelo povo brasileiro. Essa é minha bandeira, a minha fé!

Porque não me envergonho do evangelho, pois é o poder de Deus para a
Salvação de todo aquele que crê... Rm 1,16.


Pastor Marco Feliciano
Deputado Federal - PSC/SP
Membro da Frente Parlamentar Evangélica

terça-feira, 31 de maio de 2011

Maria como a Rainha Mãe

Existe uma palavra aramaica, Gebirah, que significa "Rainha Mãe. Tradicionalmente, ao lado do trono do Rei, existe um segundo trono. Muitos afirmariam que o segundo trono pertenceu à esposa do Rei, mas em Israel ele pertencia à mãe do Rei. A Gebirah era uma posição oficial e que era conhecida por todos (inclusive por Jesus e seus discípulos). Sua função era ser advogada do povo; qualquer pessoa que tinha um pedido ou solicitava uma audiência com o Rei fazia-o através dela. Ela era uma intercessora, apresentando os desejos e interesses do povo para o Rei. Isto não significa que o Rei era inacessível, ou que o povo tinha medo ou era incapaz de falar com ele. Isso meramente significava que o Rei honrava sua mãe e tratava os pedidos dela com especial consideração. Da parte das pessoas do povo, elas se sentiam muito próximos à ela, como se fossem também seus filhos.

Tal função é mencionada em:

1Reis 15,13: "Até Maaca, sua avó, depôs da dignidade de rainha-mãe".
2Reis 10,13: "Somos irmãos de Acazias, e descemos a saudar os filhos do rei e os filhos da rainha-mãe".
Jeremias 13,18: "Dize ao rei e à rainha-mãe: humilhai-vos, e assentai-vos no chão".
Seu lugar específico de honra e intercessão é dramaticamente ilustrado em 1Reis 2,13-21:

"Então veio Adonias, filho de Hagite, a Bate-Seba, mãe de Salomão. Perguntou ela: 'De paz é a tua vinda?'. Respondeu ele: 'É de paz'. E acrecentou: 'Uma palavea tenho que dizer-te'. Disse ela: 'Fala'. Disse ele: 'Bem sabes que o reino era meu, e todo o Israel tinha posto a vista em mim para que eu viesse a reinar, ainda que o reino se transferiu e veio a ser de meu irmão; pois foi feito seu pelo Senhor. Agora um só pedido te faço; não mo rejeites'. Ela lhe disse: 'Fala'. Ele disse: 'Peço-te que fales ao rei Salomão (pois não to recusará), que me dê por mulher a Abisague, a sunamita'. Respondeu Bate-Seba: 'Muito bem, eu falarei por ti ao rei'. Quando Bate-Seba foi ter com o rei Salomão, para falar-lhe por Adonias, o rei se levantou a encontrar-se com ela, inclinou-se diante dela, e se assentou no seu trono. Mandou que pusessem um trono para a mãe do rei, e ela se assentou à sua mão direita. Disse ela: 'Só um pequeno pedido te faço, não mo rejeites'. E o rei lhe disse: 'Pede, minha mãe, porque não to recusarei'. Disse ela: 'Dê-se Abisague, a sunamita, por mulher a Adonias, teu irmão'".

De particular importância são as seguintes observações:

1. Adonias supunha que a rainha-mãe poderia defender seu interesse perante o Rei; ou seja, ele confiava nela.

2. A reação do Rei é notável: ele se levantou para vir ao encontro de sua mãe e prestou-lhe o seu respeito.

3. Um trono foi providenciado para ela; ela se sentou à direita do Rei.

4. Seu poder de intercessão é enfatizado pela repetição da idéia de que o rei "não a recuse".

O mesmo fazemos hoje com Maria. Nós acreditamos que ela se aproximará do Rei para defender os nossos interesses. Porém, neste instante, muitos protestantes dirão: "Não podemos chegar até Ele por meio de ninguém; podemos tratar diretamente com Deus". Sim, podemos e devemos fazê-lo. Porém, duvido que o mesmo protestante que usou esse argumento JAMAIS pediu a um amigo seu para que orasse por ele ou com ele. Pedimos a nossos amigos para que orem conosco ou por nós, não porque achamos que é impossível se aproximar diretamente de Deus, mas porque formamos uma família em Cristo e porque é agradável. Nós nos preocupamos com os outros e pedimos sempre a Deus para que conceda os interesses daqueles que amamos. Por que limitar esse cuidado e assistência somente àqueles que estão vivos hoje na terra? São Paulo nos diz que somos rodeados por uma nuvem de testemunhas - será que essas testemunhas não demonstram um mínimo de preocupação para conosco? O Apocalipse no nos diz que as preces dos santos elevam-se como incenso perante Deus (Ap 8,4). Por quem estariam orando? Em Tobias, lemos: "Quando tu e Sara fazíeis oração, era eu (arcanjo Rafael) quem apresentava as vossas súplicas diante da glória do Senhor e as lia" (Tobias 12,12).

Se pedimos para nossos irmãos vivos para orarem por nós, poderíamos deixar de fazer o mesmo para aqueles que já se encontram presentes diante de Deus? E se pedimos para aqueles que estão diante de Deus, como poderíamos deixar de pedir a intercessão daquela que é a mãe do Rei? As sagradas escrituras nos dizem que quando Jesus estava agonizando na cruz, disse certas palavras a seu discípulo [João] que são aplicadas a cada um de nós; tais palavras são: "Eis aí a tua Mãe..."

fonte: http://www.comshalom.org/formacao/maria/maria_rainha_mae.html

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Qual o problema de ouvir “Faz um milagre em mim”?

Quantcast

Há uma música que circunda nos meios evangélicos, chamada “Faz um milagre em mim”, cujo compositor é Regis Danese. No entanto, a música não se contentou em ficar famosa somente no meio protestante – como se a música se impusesse aos cristãos de outras denominações religiosas – e se proliferou. Faz-se ouvir o “Como Zaqueu…” dentro das igrejas católicas, em grupos de oração, em encontros de família e até mesmo em celebrações litúrgicas. Essa é a realidade: a música realmente se tornou sucesso entre muitos católicos.

No entanto, o que é hoje real difere muito do que realmente deveria ser. Nesse momento, mais uma vez precisamos traçar uma linha entre o real e o ideal. O real é isso o que vemos: católicos desprezando sua liturgia, seus cantos, sua cultura, para se protestantizarem, ou seja, incorporar elementos de outras religiões, para se satisfazerem, como se não bastasse os elementos da nossa Igreja. Os católicos preferem se afogar no mar da confusão que está presente no protestantismo, ao invés de continuarem sob a tutela do Sumo Pontífice, na barca de Pedro.

Lamentável. Mas tudo isso já foi profetizado por São Paulo há quase dois mil anos atrás: “Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas” (2 Tm 4, 3-4). Por que rejeitar a nossa Liturgia e o maravilhoso canto gregoriano para ouvir uma música que às vezes nem mesmo canta o que cremos e vai diretamente contra o princípio da nossa fé? Esquecemo-nos muitas vezes do Lex orandi; Lex credendi e acabamos por incorporar em nossa fé elementos totalmente acatólicos.

É que não conseguem diferenciar mais o ecumenismo, que consiste “[n]as atividades e iniciativas, que são suscitadas e ordenadas, segundo as várias necessidades da Igreja e oportunidades dos tempos, no sentido de favorecer a unidade dos cristãos” (Unitatis Redintegratio, 4), da afirmação sempre atual de Pio XI: “Não é lícito promover a união dos cristãos de outro modo senão promovendo o retorno dos dissidentes à única verdadeira Igreja de Cristo, dado que outrora, infelizmente, eles se apartaram dela” (Mortalium Animos, 16). Promover o ecumenismo, portanto, não significa querer a unidade a qualquer custo. Precisamos sobretudo, no nosso empenho em promover a unidade, salvaguardar a pureza da fé católica, aquela pela qual todos devem se salvar, e fora da qual a salvação se torna praticamente impossível, mediante a consciência de sua fundação por Jesus Cristo.

Contra essa iniciativa – de reafirmar a doutrina católica ante a tentativa dos modernistas em protestantizá-la – surge um artigo: “Faz um milagre em mim”: católicos se rendem e música gospel vira novo hit. Para o autor do texto, “o maior nome da Igreja Católica no Brasil” é Padre Marcelo Rossi. Começa aqui um erro terrível: nenhum leigo, padre, ou mesmo um bispo pode ser considerado autoridade maior que a de fato autoridade máxima da Igreja, aqui no Brasil e em qualquer outro lugar do mundo, o Santo Papa. Essa tentativa de se instituir o homem como autor de sua própria fé – tendência que surge a partir da reafirmação do princípio da democracia – é totalmente contraditória ao princípio da unidade, defendido e valorizado por nossa Igreja.

Mas, enfim, qual é o motivo pelo qual os católicos não deveriam ouvir a música protestante e, nesse caso mais especial, a música “Faz um milagre em mim”?

Para aqueles que ainda não ouviram a música – acho difícil – acima ela cantada. Quem a ouve uma vez, sem ler a letra, já identifica nela um erro absurdo. A música canta: “Quero amar somente a Ti”. O cristão que estuda a Bíblia e conhece a doutrina da Santa Igreja sabe muito bem que queremos verdadeiramente amar a Deus, mas não somente a Ele. O amor que temos para com Ele se desdobra no amor aos irmãos. Nesse sentido, amamos a Deus e também aos irmãos, porque, exorta São João, “o que amar a Deus, ame também a seu irmão” (1 Jo 4, 21).

“Sem verdade, a caridade cai no sentimentalismo” (Caritas in Veritate, 3), adverte o Santo Papa Bento XVI, nome maior da Igreja no Brasil e no mundo. Músicas com letras cheias de inverdades são sentimentalistas. E o artigo do qual falamos anteriormente, ele próprio, que busca elogiar a música, acaba confessando isso, através da declaração de Rodrigo Plaça, cantor católico: “Quando escutam [as músicas evangélicas], as pessoas entram em uma espécie de transe, ficam emocionadas e colocam suas emoções para fora”. Quando o cantor fala em transe, está identificada uma característica de sentimentalismo, de caridade que não se fundamenta na verdade, senão em emoções espirituais vagas.

Esse é um motivo pelo qual não cantamos e nem ouvimos “Faz um milagre em mim”. Mas, não somente ela, mas outras músicas evangélicas, porque, pelo fato das pessoas que as compuseram não crerem na nossa fé, a adição, na própria letra da música, de valores totalmente estranhos à fé católica e à integridade da mesma, não só pode acontecer, como muitas vezes é evidente.

Lendo mais profundamente o artigo que exalta a música de Regis Danese, observamos alguns pontos, os quais acho importante destacar e comentar:

Os católicos já perceberam a diferença e, aos poucos, estão se acostumando ao estilo gospel de música. Já foi o tempo em que as canções “Maria de Nazaré” e “Segura na Mão de Deus” eram os únicos sucessos nas missas. Hoje, os hits cantados nas celebrações são compostos por autores evangélicos, sem preconceito.

É. A realidade infelizmente é essa. Mas não deveria ser. A missa é um ato sagrado, no qual celebramos a Eucaristia, elemento indispensável para a vida do cristão em busca da salvação. Ótimo. Qual o mistério central da Missa? Justamente a Eucaristia, o mistério no qual Jesus Cristo se faz alimento espiritual para cada um de nós. Todos os elementos presentes na Sagrada Celebração (música, orações, leituras etc.) visam nos levar ao encontro de Jesus Eucarístico, visam louvá-Lo, glorificá-Lo e adorá-Lo com mais perfeição. A partir do momento em que eu introduzo, no contexto da celebração, músicas compostas sem exaltar a Eucaristia ou algo no que nós, católicos, cremos, esses elementos perdem seu sentido. Assim, da mesma maneira, quando começamos a cantar “sucessos” nas missas, e deixamos de cantar cantos que verdadeiramente tenham a intenção de glorificar a Deus no Santíssimo Sacramento do Altar, estamos dessacralizando a Santa Missa.

Além disso, revoltante a forma como o artigo caracteriza as músicas cantadas nas celebrações: chamam-nas de hits e sucessos, como se a Santa Missa fosse um show ou algo do tipo.

Atualmente, os estilos caminham para a unificação, segundo os próprios religiosos. “Hoje está acontecendo o uso comum das músicas porque as letras deixaram de fazer apologia a uma determinada religião e passaram a se voltar à mensagem do evangelho”, afirma o padre Juarez de Castro, secretário de comunicação da Arquidiocese de São Paulo. As letras não citam mais termos religiosos típicos das missas – como a eucaristia, por exemplo.

E não deveria ser assim, como já deixei claro acima. Aliás, a mensagem do Evangelho não deveria ser considerada contraditória com a apologia à religião católica, uma vez que é no próprio Evangelho que está contida a base para a realidade de que Jesus Cristo fundou uma única Igreja, santa e católica. Essa mania de se excluir temas como Eucaristia, Virgem Maria, veneração aos santos, de músicas e elementos litúrgicos é lamentavelmente anti-católica. É uma tentativa – disfarçada, é claro – de colocar a caridade acima da verdade, sendo que é “só na verdade é que a caridade refulge e pode ser autenticamente vivida” (Caritas in Veritate, 3).

Estamos deixando de lado valores importantíssimos da nossa fé, como a Eucaristia, o amor e o culto à Virgem Santíssima para agradar a pessoas que não têm o mínimo de vontade de aceitar os dogmas da nossa Igreja. Estamos nos esquecendo da indagação do Apóstolo: “É, porventura, o favor dos homens que eu procuro, ou o de Deus? Por acaso tenho interesse em agradar aos homens? Se quisesse ainda agradar aos homens, não seria servo de Cristo” (Gl 1, 10). Ser servo de Cristo significa obedecer à Vontade d’Ele e da Sua Santa Igreja. Ser servo de Cristo significa rejeitar e negar as “opiniões” do mundo que contrariam a nossa fé.

Estão observando a ideologia que está por trás de toda essa questão? A pergunta – se um católico deve ou não ouvir música protestante – envolve toda uma ideologia, linha de pensamento que promove a banalização da Sagrada Liturgia, com a qual felizmente não podemos compactuar.

Graça e paz.
Salve Maria Santíssima!

fonte: http://beinbetter.wordpress.com/2010/01/09/qual-o-problema-de-ouvir-faz-um-milagre-em-mim/

sábado, 21 de maio de 2011

Beatificação da Irmã Dulce.

Quando criança, Maria Rita, filha do Dr. Augusto Lopes Pontes, dentista e professor da Universidade Federal da Bahia (UFBa), costumava rezar muito e pedia sinais a Santo Antônio, pois queria saber se deveria seguir a vida religiosa. Desde os treze anos de idade, ela começou a ajudar mendigos, enfermos e desvalidos. Nessa mesma idade, foi recusada pelo Convento do Desterro por ser jovem demais, voltando a estudar.

Em 1932, depois de se formar, entrou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição (Smic), localizada em Sergipe. Após seis meses de noviciado, tomou o hábito de freira. No dia 15 de agosto de 1934, ela fez sua profissão de fé e voltou à Bahia.

Desde então, dedicou toda a sua vida à caridade. Começou sua obra ocupando um barracão abandonado para abrigar mendigos. Chegou a receber a visita do Papa João Paulo II, quando esse esteve no Brasil, em virtude de seu trabalho com idosos, doentes, pobres, crianças e jovens carentes. Entre os diversos estabelecimentos que ela Irmã Dulce fundou estão o Hospital Santo Antônio, capaz de atender setecentos pacientes e duzentos casos ambulatoriais; e o Centro Educacional Santo Antônio (CESA), instalado em Simões Filho, que abriga mais de trezentas crianças de 3 a 17 anos. No Centro, os jovens têm acesso a cursos profissionalizantes. Irmã Dulce fundou também o “Círculo Operário da Bahia”, que, além de escola de ofícios, proporcionava atividades culturais e recreativas.

Em 11 de novembro de 1990, Irmã Dulce começou a apresentar problemas respiratórios, sendo internada no Hospital Português e depois transferida à UTI do Hospital Aliança e finalmente ao Hospital Santo Antônio. Em 20 de outubro de 1991, recebe no seu leito de enferma a visita do Papa João Paulo II. O Anjo Bom da Bahia morreu em seu quarto, aos setenta e sete anos, às 16:45 do dia 13 de março de 1992, ao lado de pessoas queridas por ela. Seu corpo foi sepultado no alto do Santo Cristo, na Basílica de Nossa Senhora da Conceição da Praia e depois transferido para a Capela do Hospital Santo Antônio, centro das Obras Assistenciais Irmã Dulce.
A 21 de janeiro de 2009, a Congregação para as Causas dos Santos do Vaticano anunciou o voto favorável que reconhece Irmã Dulce como venerável.

A 3 de abril de 2009, o papa Bento XVI aprovou o decreto de reconhecimento de suas virtudes heroicas.
No dia 9 de junho de 2010 o corpo de irmã Dulce foi desenterrado, exumado, velado e sepultado pela segunda vez, sendo este o último estágio do processo de beatificação.
No dia 27 de outubro de 2010, foi anunciada pelo cardeal arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Geraldo Majella Agnelo, em coletiva de imprensa realizada na sede das Obras Sociais Irmã Dulce (Osid) a beatificação, última etapa antes da canonização, da religiosa Irmã Dulce, tornando-a a primeira beata da Bahia.O anúncio foi sucedido pelo decreto em 10 de dezembro de 2010 e aconteceu após o reconhecimento de um milagre pela intercessão da religiosa na recuperação de uma mulher sergipana, que havia sido desenganada pelos médicos após sofrer uma hemorragia durante o parto. No dia 22 de Maio de 2011, Irmã DUlce receberá o título de Beatificação em Salvador, Capital da Bahia.

A cerimônia de beatificação da Irmã Dulce,Previsto para começar a partir do meio-dia no Parque de Exposições da cidade de Salvador, o evento é organizado para 70 mil pessoas. Há caravanas de diversos Estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco, Ceará, entre outros, que foram cadastradas pelas Obras Sociais Irmã Dulce (Osid) para receber os ingressos.

Os portões do Parque de Exposições serão abertos ao meio-dia. Às 14h, haverá apresentação artística com cerca de 700 alunos do Centro Educacional Santo Antônio, contando a vida e a obra de Irmã Dulce. A missa começa às 17h.
Cerca de 500 sacerdotes estarão entre os participantes. O evento conta também com um coral de 206 integrantes e a banda da Polícia Militar, com 50 músicos.

O que é beatificação?

Com a Beatificação pelo papa, a pessoa santa passa a ser chamada de Beato ou Beata (o mesmo que Bem-aventurado). Com a Beatificação permite que se preste culto público a essa pessoa, em determinadas regiões.

A beatificação surgiu no século XV, e era um privilégio concedido pelo Papa em previsão da futura canonização, permitindo que já se começasse a prestar culto a algum Servo de Deus em determinada região antes que fosse declarado santo. Nesses casos, a causa já se encaminhava para o seu fim, faltando apenas alguns dos vários milagres exigidos. No século XVII a beatificação acabou se tornando um passo obrigatório antes da canonização, e nesse sentido, muitas causas acabaram se encerrando com ela, já que os atores (da causa) não tinham mais interesse em prosseguir com os trabalhos necessários para a canonização. A beatificação passou a ser considerada uma fase completa, uma "mini-canonização", útil ao objetivo principal de poder prestar culto ao Servo de Deus na região onde ele era conhecido.Não obstante, a tendência da Igreja hoje é encarar a beatificação como um passo para a canonização, e não uma instituição completa em si. Por isso as causas são chamadas de "Causas de canonização", e não mais "Causas de beatificação" como acontecia até recentemente, antes da reforma de 1983. Juridicamente falando, a beatificação não é sequer mencionada na legislação atual, o que faz com que ela, teoricamente, não seja mais um requisito indispensável à canonização.

Nesse sentido tem grande importância a existência da beatificação, ou seja, declarar alguém Beato. O título de beato quer dizer que é permitido prestar culto público a um Venerável ( Venerável é o servo de Deus cujo processo concluiu que ele viveu as virtudes cristãs em grau heróico). Uma das diferenças entre santos e beatos é que o beato tem o seu culto limitado a algumas regiões, enquanto
que o santo é cultuado universalmente, em toda a Igreja. Assim, no que diz respeito à existência de culto público em determinada região, santos e beatos se eqüivalem. A beatificação já cumpre a nível regional a função principal da canonização, que é propor o exemplo e a intercessão de um servo de Deus.Em quais regiões pode ser cultuado um beato? Nos lugares onde ele viveu, ou seja: onde nasceu, onde viveu e onde morreu. Madre Paulina, por exemplo, quando era Beata, podia ser cultuada também na Itália, sua terra natal. Isso significa que, ao dizer que uma região precisa de santos, o papa não está se referindo somente aos santos canonizados, mas aos beatos dessa região. Eles são igualmente importantes nesse sentido.

Quando a irmã Dulce for beatificada, neste domingo, em Salvador, o País passará a ter mais uma forte candidata a entrar para o restrito grupo brasileiro de santos. Apesar de ser considerado a maior nação católica do mundo, o País tem apenas dois santos canonizados - Madre Paulina e Frei Galvão. Esse número, porém, poderá explodir nos próximos anos, pois, junto com o "Anjo Bom da Bahia", existem pelo menos 70 candidatos impulsionados pela fé verde-amarela. Padres, freiras e pessoas comuns, que se tornaram venerados em várias regiões do País concorrem a uma vaga no "Cânon" (onde são inscritos o nome dos santos), e nos corações de milhões de brasileiros.

Antes de ser canonizado e receber o status de santo, o candidato precisa receber três títulos: servo de Deus, venerável e beato. A beatificação só é possível após a comprovação de um milagre. O Vaticano precisa confirmar um segundo milagre a partir da data de
beatificação para decretar alguém santo. Na opinião da irmã Célia, a beatificação da irmã Dulce, deve ser vista como "um olhar para os pobres" e um "despertar para a fé". Para a religiosa, a canonização da religiosa baiana deve ser rápida. "Eu acho que vai ser rápida porque, em geral, as pessoas começam a rezar muito. Com a oração, a manifestação do segundo milagre torna-se possível. O frei Galvão, por exemplo, foi beatificado em 1998 e, em 1999, surgiu o segundo milagre", relembra ela.

fonte:http://www.santosdobrasil.org/?system=news&action=read&id=236&eid=255

quinta-feira, 14 de abril de 2011

A tentação do músico.


Por meio de alguns personagens bíblicos, tentaremos traçar quais áreas em que o músico cristão é tentado, para que, a exemplo deles, possamos pedir a Deus a força necessária para sair das tentações.

O que nos consola é que o próprio Jesus Cristo, Filho de Deus feito homem, foi tentado, mas venceu toda a tentação, para servir de intercessor nosso diante do Pai: “Porque não temos não temos n'Ele um pontífice incapaz de compadecer-se de nossa fraqueza. Ao contrário, passou pela mesmas provações que nós, com exceção do pecado” (Hb 4,15).

É o próprio Jesus que nos consola diante das aflições deste mundo: “No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo” (Jo 16,33). São Paulo ensina-nos que Deus permite a tribulação por um motivo, que é o de produzir em nós a paciência, a fidelidade e a esperança: “Pois a tribulação produz a paciência, a paciência prova a fidelidade, e a fidelidade, comprova, produz a esperança. E a esperança não engana. Porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espirito Santo que nos foi dado” (Rm 5,3-5).

É por meio da tentação, do sofrimento e das tribulações que seremos considerados fiéis e obedientes. Essa é a didática de Deus, ou seja, a de permitir que aprendamos por meio dos sofrimentos, que abracemos todos os dias a cruz e sigamos nosso caminho. Se Deus, na Sua infinita sabedoria, escolheu o caminho do sofrimento para ensinar a Jesus, não há dúvida de que este também será o caminho nosso para aprendermos a obedecer a Deus Pai e fazer a Sua vontade.

É um grande conforto saber que o Todo-poderoso é fiel e não permite que sejamos tentados além de nossas capacidades humanas de resistência. O Senhor não diz que retirará a tentação de nossa vida, mas que nos dará os meios de suportar, de aguentar e sair desse mal [tentação]. Será por intermédio desses meios dados pelo Senhor que sairemos da tentação. Os meios de sair dela são humanos, mas dados por Deus.

Trecho extraído do Livro: "Formação Espiritual de Evangelizadores na Música" de "Roberto A. Tannus e Neusa A. de O.Tannus"

FONTE:http://musica.cancaonova.com/

quarta-feira, 23 de março de 2011

Missa não é Show!


Não chame a atenção do povo para si ou para seu grupo musical. Na missa, Jesus é o centro.
Não desvie a atenção das pessoas com “caras e bocas” durante a interpretação de uma música, nem na execução de um solo instrumental.

Não converse durante a celebração, escolha antecipadamente as músicas e seu respectivos tons. Se houver extrema necessidade de algum diálogo, faça-o da forma mais discreta possível. Nada mais desagradável do que um ministério se entreolhando com ar desesperado, de “qual a próxima música?” ou “qual o tom?”.

Não use, durante a missa, roupas com cores fortes ou estampadas, a não ser que você seja convocado de surpresa e não tenha condições de se trocar.
Não use, de jeito nenhum, roupas sem mangas, decotadas, transparentes ou bermudas durante a celebração Eucarística.

Escolha os cânticos de acordo com as leituras e tempo litúrgico. Não se pode cantar os Hits, a não ser que se encaixem com o tema da celebração.
Peça aos músicos que toquem de forma harmônica e com um volume que favoreça a oração. Já vi muitas vezes sacerdotes e ate bispos serem “martirizados” pelo alto volume dos instrumentos, inclusive da bateria, montados a menos de um metro de seus ouvidos, em palcos pequenos.

Não use a harmonia mais complicada que vocês sabe tocar. Nas celebrações, precisamos ajudar o povo a rezar as canções. Acordes muito dissonantes não são os mais indicados nessas ocasiões. Cuidado para não fazer das missas uma “Válvula de escape”para seu desejo de tocar no Free Jazz Festival ou no barzinho mais “out” de sua cidade.

Ensaie com o povo antes da missa. Ensine os cânticos novos e motive-os a rezar com eles.
Algumas fórmulas da missa, como o “Cordeiro de Deus”, não podem ser modificados. Estude liturgia! Em liturgia não dá para improvisar.

Não queira ser um ministro de música “garçom”, que apenas serve aos outros o banquete. Participe ativamente de cada momento da celebração, sente-se à mesa. Você também é um “feliz convidado para a ceia do Senhor”.

Se você é animador de música na liturgia, não multiplique as palavras. Não queira fazer uma homilia a cada música, nem queira roubar o papel do comentarista.

Luiz carvalho - Com. Recado
Por:André,Coordenador do ministério de música do grupo de oração Jesus Amado.

Dependência tecnológica, Quando se usa o computador excessivamente.


Aceitamos plenamente que a realidade em nosso tempo é o uso cada vez mais frequente, e nas mais diferentes culturas, das tecnologias como forma de comunicação, informação, formação e entretenimento; embora seja um grande desafio gerenciar a quantidade do tempo que passamos diariamente em frente destas máquinas. Muito do nosso trabalho está ligado a equipamentos e softwares que facilitam nossa vida, mas diminuem o contato e o relacionamento humano.

Quando falamos em crianças em plena fase de desenvolvimento, podemos pensar no seguinte: quanto tempo elas ficam on-line, jogando? Qual a frequência de tempo diante do computador? Já parou para analisar estas questões de família? O tempo é apenas uma forma de “medir” se estamos ou não dependentes, mas há outros fatores a serem considerados.
Há alguns indicadores para saber o quanto uma criança (e até mesmo um jovem ou adulto) está com dificuldade de trocar o computador por outra atividade ou até mesmo se tem um comportamento de dependência ao equipamento:-
Quando o jogo ou o uso de mídias sociais como MSN, Orkut, etc., torna-se a atividade mais importante da vida dessa pessoa, dominando seus pensamentos e comportamentos.- Modificação de humor/euforia: experiência subjetiva de prazer, euforia ou mesmo alívio da ansiedade quando está jogando/conectado.- Necessidade de usar o computador por períodos cada vez maiores para atingir a mesma modificação de humor, ou seja, para “sentir-se bem”.- Fase de Abstinência: estados emocionais e físicos desconfortáveis quando ocorre descontinuação ou redução súbita do uso do computador (intencional ou forçada).- Vivência de conflitos: pode ser entre aquele que usa o computador excessivamente e as pessoas próximas (conflito interpessoal), conflito com outras atividades (trabalho, escola, vida social, prática de esportes, etc.) ou mesmo do indivíduo com ele mesmo, relacionado ao fato de estar jogando excessivamente (conflito intrapsíquico).
Não podemos negar as maravilhas oferecidas pela tecnologia, a facilidade de acesso, a disponibilidade de informações e a realidade que se encontra com esse tipo de acesso e relacionamento, porém, cada vez mais frequente se torna a realidade das famílias divididas pela individualidade gerada no uso da tecnologia. Enquanto um fala ao telefone no quarto fechado, o outro está conectado ao computador horas sem falar com ninguém, e a outra prende-se à TV, sem parar.
Quantas vezes as crianças, além do uso dessas mídias em casa, deixam de comprar lanche para jogar nas lan houses? São capazes de passar dias inteiros, finais de semana longe do relacionamento interpessoal. O uso do computador e seus jogos, que antes era reservado apenas como lazer, torna-se praticamente a atividade principal delas. O sono é prejudicado, a alimentação também, pois elas comem em frente ao computador sem ao menos saber quanto e o que, gerando obesidade. O isolamento continua e a irritação, por não usar o computador ou imaginar que vão ficar sem ele, se torna imensa, com um grande desconforto emocional.
Como família, é muito importante que possamos voltar nossa atenção para este assunto a fim de que possamos desenvolver crianças e jovens com uma vida mais saudável, favorecendo-lhes relações humanas mais sadias.

Elaine Ribeiropsicologia01@cancaonova.com
Elaine Ribeiro, colaboradora da Comunidade Canção Nova, formada em Psicologia Clínica e Pós-Graduada em Gestão de Pessoas.
Por: André,Coordenador do grupo de oração Jesus Amado.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

MÚSICO! É, importante você ficar sabendo disso.


Campanha da Fraternidade 2011

Tema: Fraternidade e a Vida no Planeta.Lema "A Criação Geme em Dores de parto" (Rm 8,22).

APRESENTAÇÃO


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) propõe a cada ano, através da Campanha da Fraternidade (CF), um itinerário evangelizador fortemente voltado para a conversão pessoal e comunitária, em preparação à Páscoa. Em 2011, a CF atinge um marco importante pela 47ª vez!
Os objetivos gerais da CF são sempre os mesmos e decorrem da missão evangelizadora que a Igreja recebeu de Jesus Cristo: em vista do mandamento do amor fraterno, despertar e nutrir o espírito comunitário no meio do povo e a verdadeira solidariedade na busca do bem comum; educar para a vida fraterna, a partir da justiça e do amor, que são exigências centrais do Evangelho; renovar a consciência sobre a responsabilidade de todos na ação evangelizadora da Igreja, na promoção humana e na edificação de uma sociedade justa e solidária.


Durante esses quarenta e sete anos, a CF passou por três fases distintas: no início, os temas eram mais relacionados com a renovação da Igreja (1964 e 1965) e a renovação pessoal do cristão (1966 a 1972). Na segunda fase (1973 a 1984), a preocupação era mais voltada para a realidade social mediante a denúncia do pecado social e a promoção da justiça (Gaudium ET Spes, Medellín e Puebla). Na terceira fase (de 1985 até o presente), a Igreja no Brasil propõe temas de reflexão e conversão relativos às várias situações sociais e existenciais do povo brasileiro, que requerem maior fraternidade.


Em 2011 estaremos falando sobre meio ambiente, a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas – causas e conseqüências. Tema: Fraternidade e a Vida no Planeta; Lema "A Criação Geme em Dores de parto", (Rm 8,22). Não há como não se dar conta que esta campanha esta ligada a Campanha de 2010, ora o fator econômico não esta relacionado à situação de nosso planeta hoje? Somos todos moradores de uma mesma casa, gostando disso ou não estamos interligados. Não há como simplesmente virar as costas e não se importar, afinal se ocorresse uma catástrofe a nível global para onde iríamos? Aquecimento global, mudanças geológicas nada mais é do que reações as nossas ações. A Campanha da Fraternidade de 2011, de maneira primorosa como sempre, vem justamente nos alertar desta verdade tudo o que fazemos pode prejudicar ou ajudar a salvar nosso planeta nos dá a oportunidade de como uma família sentarmos juntos e elaborarmos ações para salvar a nossa casa.


Em cada catástrofe seja ela terremotos, inundações, podemos sentir o planeta gemer, e a humanidade fazendo o mesmo, este gemido tem uma conotação de tristeza imensa. Ainda estamos em tempo hábil para reverter esta situação podemos transformar estes gemidos de dor em gemidos de amor e de esperança, sim podemos iniciar um período de gestação e após este período em que nos organizaremos com ações que ajudem a preservar o meio ambiente, receberemos de volta um planeta saudável, resgataremos o planeta que nos foi dado por Deus.
Esta campanha não é uma utopia e sim um alerta de que atitudes devem ser tomadas, não por uma minoria, mas por um todo, este planeta é nossa casa, precisamos ser fraternos, gerar ações que nos levem ao bem comum.


E para reforçar nossas expectativas aos Gestos Concretos que com certeza surgirão em nossas Paróquias, Sociedade através da conversão individual e coletiva nesta quaresma, sugerimos para nos estimular ao amor fraterno entre irmãos e irmãs comprometidos com o Meio Ambiente, louvarmos ao Senhor como São Francisco de Assis o fez por todas as criaturas que fazem parte da vida planetária.Que a oração em que São Francisco louva a Deus pelas criaturas, nos inspire novas atitudes e nos ajude a ser transformados pelo Espírito de Deus de modo a resgatarmos atitudes de quem cultiva e cuida do seu jardim, esta obra maravilhosa, que hoje requer socorro dos autênticos filhos de Deus, e de todos aqueles que empreendem ações sinceras e despojadas em favor do planeta.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Ministros da música: É preciso ter um ouvido para a música e outro para Deus

Certo dia, um amigo, que gostava muito de música e frequentava a paróquia e o grupo de oração, perguntou-me: "O que é necessário para entrar no ministério de música?". Apesar da pouca experiência como ministro de música, a resposta me veio logo à boca. "É preciso ter dois ouvidos: um para a música e outro para Deus".

Muitas pessoas se admiram com o ministério de música por alguns motivos, tais como: o poder que a música tem de envolver os nossos sentimentos e prender a nossa atenção; a beleza dos cânticos e instrumentos; o estar "à frente" diante do grupo de oração; entre outros. E muitas dessas pessoas desejam também fazer parte desse ministério.

O primeiro passo a dar é saber se tenho o "dom". Pessoas já nascem com ele e durante a vida o aperfeiçoam, principalmente no que diz respeito ao cantar. É importante verificar se tenho noções de ritmo, melodia, afinação, tanto para cantar quanto para tocar. Nesse caso chamo essas características de ter ouvido para a música.

Como é precioso, e até mesmo necessário, entrarmos numa escola e poder estudar música, aprender e aperfeiçoar o instrumento, conhecer e aplicar técnicas vocais, entre outros. Se você tem condições de fazer aula, não perca tempo, invista nisso. Devemos dar o melhor para Deus. Pratique muito, ensaie, amplie o seu repertório, aprenda novas canções, enfim, invista no dom. O dom de Deus cresce em nós à medida que o praticamos.

Até aqui, demos um passo por meio do qual descobrimos que somos músicos. No entanto, para sermos ministros de música precisamos ter ouvido para Deus. Assim como o nosso ouvido precisa estar afinado para a música, como servos de Deus, ele também precisa estar afinado para a voz do Senhor. Servimos ao Rei dos reis, por isso, precisamos escutar o que Ele tem para nos dizer, Suas ordens, Seus desígnios e desejos.

Com ter um ouvido para Deus e aperfeiçoá-lo? Por meio da oração. Somente com uma contínua e crescente vida de oração, somos capazes de nos tornar íntimos do Senhor, escutar a Sua voz e permitir que Ele nos use de acordo com Sua vontade. Por isso, ao passo que você estuda a música, tenha uma vida de oração.

De músicos o nosso mundo está cheio, homens e mulheres de vozes belíssimas que nos encantam com suas canções, que causam nossa admiração com seu instrumento, mas não preenchem nosso coração, pois essa ação somente Deus pode realizar.

A natureza nos deu dois ouvidos, que seja um para a música e outro para Deus. Esse é o ministro de música!

Deus abençoe,

"Tamo junto!"

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=12162

sábado, 30 de outubro de 2010

Verdadeiro sentido do halloween!

Eu sei que pode parecer loucura tudo que vou falar aqui, mas é importante que você leia e assim fique um pouco por dentro do que siginifica a “festa” da noite das bruxas, ou halloween que a cada dia se torna mais popular.

Essa festa é muito antiga e teve origem no termo irlandês “All hallow’s eve”, que quer dizer “véspera do dia de Todos os Santos”, pois no dia 1º de novembro celebra-se essa festa. O problema é que esta data coincidia com uma comemoração dos povos celtas, onde viviam os druidas que acreditavam que na noite do dia 31de outubro que marcava o final do verão e a última colheita do ano, os mortos voltavam nas casas para pedir comida.*

O costume da festa foi trazida há muito tempo atrás para os EUA pelos Irlandeses, que fugiam de uma difícil situação que seu país enfrentava, só que o cinema Hollywoodiano passou a dar a essa festa uma outra conotação e transformou-a num verdadeiro “carnaval do terror”, onde desfilam fantasmas, esqueletos, vampiros, bruxas e monstros e isso fez com que se gerasse um enorme consumismo ao redor dessa data. Porém para nós que somos cristãos e moramos no Brasil, essa não é a melhor forma de se comemorar o dia dos santos, primeiro porque não faz parte da nossa cultura, mas é algo copiado dos Estados Unidos, nós temos nossa própria cultura que é linda e precisamos ser mais autênticos e não ficar aceitando tudo que vem de fora sem saber se isso é realmente bom para nós. Segundo porque o ocultismo e o satanismo estão por trás de cada uma dessas figuras assombrosas, das quais as pessoas se vestem. Nós, cristãos, acreditamos na ressurreição e não em mortos que voltam para aterrorizar os vivos. Terceiro: Jesus nos deu exemplo de bondade e amor, sendo assim, é facil perceber que não é legal exigir doces dos outros para não que não lhe causemos algum encômodo (travessuras), nós precisamos amar de graça e abandonar qualquer atitude má.

Tudo isso parece um “remar contra a maré”, mas a gente precisa fazer a diferença! Não é pra deixar de fazer festa, porque o cristão precisa ser alguém alegre, mas podemos encontrar outras formas de comemoração. É importante saber o que vamos comemorar: o DIA DOS SANTOS, que foram grandes homens e mulheres que souberam colocar Deus no centro de sua vida e são exemplos para nós. Por isso fique atento a essas dicas:

Algumas escolas realizam a FESTA DOS SANTOS onde cada criança escolhe um santo de devoção e se veste como ele, aí tem um desfile dos santos, aqueles que estiverem melhor caracterizados ganham prêmios, as crianças comem, dançam e se divertem pra valer.

No México muitas familias e instituições trocaram a festa do Haloween pela Festa da primavera, onde os principais disfarces são de anjos , santos e princesas.

Em Paris nasceu em 2003 uma ideia bem da hora. Os jovens saem às ruas festejando e testemunhando sua fé, essa festa recebeu o nome de HOLYWINS, que quer dizer “A SANTIDADE VENCE”. No brasil o Holywins já contece em Porto Alegre-RS e nesse ano será uma festa que vai desde as 15:00h do dia 31 até as 6:00 da manhã do dia 1º de novembro, com shows, santa missa, vigilia, uma grande festa.*

Outra ideia é que a galerinha saia pelas ruas da vizinhança fazendo alguma boa ação, ao tocarem a campainha podem entregar um desenho, uma poesia, uma oração, um cartão ou mesmo um doce, “há mais alegria em dar do que em receber”.

Portanto, galera, você pode festejar sim, é só ser criativo ou então pegar uma dessas ideias que a gente deu aqui e colocar em prática. A santidade é nossa meta. Bem da Hora é ser de Deus!!

Déia - Comunidade Canção Nova

fonte: http://blog.cancaonova.com/bemdahora/2009/10/28/3029/

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Lidando com as divisões no Ministério de música.

Aprendemos com o padre Jonas Abib que somos um só corpo. Se adentrarmos o contexto no qual está inserida a realidade de um corpo, poderemos concluir que um corpo saudável precisa ter seus órgãos, membros, corrente sangüínea, coração, ondas cerebrais, tudo funcionando em um nível mínimo de harmonia, suficiente para que ele sobreviva e se sinta saudável.


Assim, podemos dizer, é o nosso ministério de música. Nele temos a cabeça, os outros membros, órgãos vitais, partes internas que nunca aparecem ou são expostas, enfim, cada um tem a sua função e formas bem definidas.
Quando alguma coisa não funciona bem neste "corpo" ou quando algo está fora do lugar, nós abrimos brechas que podem trazer sérios problemas para a saúde do nosso ministério.Quando sentimos alguma dor, é necessário parar o que estamos fazendo, ir ao médico e verificar as causas da dor. Isto fará com que tenhamos o diagnóstico e, em seguida a receita certa para combatermos a doença e, conseqüentemente, seremos aliviados de toda dor.
Aqui é preciso esclarecer algo muito importante: o nosso ministério não pode ser rico em divergências, senão ele será um corpo doente, onde por alguma razão os órgãos não funcionam como deveriam, onde um problema segue outros secundários. O nosso "corpo" é por si só rico em diversidades. Como dissemos, cada órgão, parte, membro, tem sua forma e função específica, e por isso, são diferentes.As diferenças são riquezas e não barreiras. Partindo delas, encontraremos o melhor caminho para a unidade. Respeitando quem pensa diferente, acolhendo quem tem a coragem de questionar e, em conjunto discernir, com muita oração, o melhor caminho. Se isso acontecer, não daremos lugar à divisão, mas valorizaremos a nossa diversidade.
Somos um corpo. Dentro de um corpo não pode haver divisões, pois a nossa divisão vem do diabo e a nossa diversidade vem de Deus!A harmonia no corpo é obra do Espírito Santo de Deus! Por isso, precisamos estar cheios do Espírito Santo.



Que o Espírito Santo ilumine e abençoe o seu ministério!


Unidos pela missão!


Márcio Todeschini


Ministério de música Canção Nova



http://musica.cancaonova.com/

domingo, 24 de outubro de 2010

O ministro de música tem como missão levar as pessoas para Deus


Formação

Sou ministro de música!

Ainda me lembro de como foi o meu início dentro da Renovação Carismática Católica e no ministério de música; um começo que me faz permanecer firme no dom que o Senhor me deu estando hoje aqui na Comunidade Canção Nova.Depois que fui crismado, começamos um grupo de jovens. Nesse mesmo período, o meu pai presenteou-me com um violão. Comprei uma revistinha de cifras e comecei a treinar. Seis meses depois comecei a tocar algumas músicas da Igreja e logo o pessoal do grupo de jovens convidou-me para animar as reuniões. Durante muitos meses foram as mesmas músicas, pois não sabia tocar outras. Não parei nas dificuldades e comecei a aprender novas canções, pedi ajuda e fui ajudado.Começamos então o “grupo de canto”. Pouco tempo depois, Deus nos deu a graça de iniciarmos um grupo de oração da RCC. E aqui está o momento-chave da nossa partilha, quando fomos [o grupo de canto] convidados para animar o grupo de oração tivemos que modificar o nosso nome para “ministério de música”. Naquele momento eu entendi que não era apenas um modificar de nome, mas um modificar de postura, era um chamado mais forte do Senhor, entendi que não era apenas um “tocador” e um cantor, mas era um ministro de música que tinha como missão levar as pessoas para Deus e Deus para as pessoas.Por que relato tudo isso? Porque, meu irmão, não podemos deixar de lado essa verdade a qual somos chamados a exercer: ser ministro! Eu particularmente quero confessar para você: não canto tão bem, não tenho técnica, nunca estudei música, não tenho uma voz bonita, mas o que eu busco fazer é ministrar a música para que as pessoas se encontrem com Deus. Sou um ministro! O dom é irrevogável, mas o ministério, se não for praticado, pode ser retirado.Não podemos tirar o olhar de que somos ministros de música. Quando estamos na animação do grupo de oração, de encontros, da Santa Missa, de retiros, a nossa função não é mostrar que cantamos bonito, que temos técnica, alcançamos lindas notas ou fazemos belos acordes; a nossa missão é ministrar a Palavra de Deus através da música. O solo da sua guitarra precisa me levar para Deus, a virada da bateria precisa me levar para Deus, o acorde do teclado e violão precisam me levar para Deus.Não se preocupe em demonstrar que você sabe, preocupe-se em fazer a vontade de Deus, em cantar e tocar para Deus. Faça a experiência de cantar e tocar para o Senhor! Faça dessa missão sua oração. Quando você tiver uma experiência divina por meio da sua música, seja ela tocada ou cantada, tenha a certeza de que as pessoas que o escutam também se encontrarão com Deus.O apelo que faço nesta hora é: Não esqueça que você é um ministro de música do Senhor! Um servo do Senhor que, através desse dom que Ele mesmo lhe deu, é convidado para levar as pessoas ao Pai.Que se ergam os ministros de música do Brasil e do mundo!

Deus o abençoe!

Com orações,

Emanuel StênioComunidade Canção Nova

sábado, 28 de agosto de 2010

Fique atento!

A liturgia da igreja está sempre mudando.Isso vai depender de cada região,localidade,ou até mesmo entre bairros.A liturgia nunca é igual pra todos,podemos perceber assistindo a uma missa na tv,ou quando assistirmos uma missa no interior ou até mesmo quando vamos assisitir uma missa em outro bairro,ou seja, sempre vai ter algo que poxa... (isso eu não sabia).Sempre há algo novo.O sarcedote tem o poder e está a frente da liturgia.É ele quem diz se isso é certo ou errado.As veses você acha algo estranho que não é certo,mas se o padre disse que é pra fazer,faça.O padre é o responsavel de tudo que acontece na paróquia.Para quem vai para as formações todo o 3º domingo de cada mês já sabe de algumas mudanças durante as missas.Abaixo haverá uma lista de"manias" que fazemos na igreja e que hoje em dia não é mais necessário.Lembrando:não que seja anti liturgico,mas que não é mais necessário.

Vejamos a seguir:

*Não se diz mais o "AMÉM", no final da oração do Pai Nosso durante a missa;

*A CNBB proibiu cânticos que apresentem a palavra "JAVÉ";

*Não cantar nem de costas para o altar e nem para a assembléia;

*Começar automaticamente o cântico na hora do aclamação, ofertas, comunhão...sem precisar do comentarista dizer "CANTO DE COMUNHÃO";

*Não se faz mais necessário estender as mãos em algumas partes da missa.(cordeiro de Deus,senhor eu não sou digno..,na consagaração...);

*A oração da paz "senhor Jesus cristo que disseste aos vossos apóstolos.." quem faz é o padre e não a assembléia;

*A igreja católica proibiu de cantar músicas de outras igrejas e seculares durante a missa;

*Prestar atenção nos avisos ,pois a missa ainda não terminou;

*Sair da igreja somente quando o cântico final ter acabado;


*Não pegar músicas durante a homilia da missa;

*Não se faz mais o sinal da cruz quando um pregador for proclamar o evangelho,pois so o padre e o diácono tem o direito de fazer isso;

*Após o sinal da cruz não é necessário fazer o "em nome do pai,do filho e do espirito santo";

*No meio do refrão do salmo cantar apenas uma vez.Duas veses apenas no ínicio e no final;

*Na oração do grupo de oração o ministério que está assumindo não precisa fechar os olhos,pois estão em ordem de batalha;

*Ter discernimento:pessoa da assembléia pedir música e o ministério cantar;

*No momento da escuta do senhor,se uma pessoa cantar uma música,o ministério não deve acompanhar,pois a canção pode ser pra pessoa;


Se você tiver mais alguma duvida sobre liturgia,momentos da missa,louvor e/ou eventos é só mandar a sua duvida para: arturdpo@gmail.com


Abaixo deixe seus comentários sobre o que acham dessas mudanças na liturgia!