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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Como preparar o banquete


Recentemente no canal de Música do site da Canção Nova foi divulgado um texto, de André W. Florencio, ministro de música da comunidade, que aborda os pontos principais que o músico cristão deve observar para preparar-se para tocar ou cantar a Santa Missa. É este texto, ou melhor, seus pontos-chave, que trago hoje, acompanhado de alguns comentários que falam da vivência de ministeriado.

Rezar: a oração é o "carro-chefe" do ministério de música, precisamos orar juntos e orar individualmente. Necessitamos de oração como combustível e sustento do nosso ministério. A oração também envolve a boa convivência com os irmãos, o respeito, a liberdade, a verdade. Vamos englobar nesse item [oração] o amor com que vivemos e nos tratamos no ministério de música. Não devemos rezar somente com nossas palavras, mas com todo nosso ser.

De fato, a obra quando é feita sem oração constitui um risco de não dar certo. Aliás, nada sem Deus frutifica. E uma das melhores formas de acolhermos o Senhor no nosso meio, no servir, é rezando. Às vezes, antes da missa ou de um ensaio, podemos até nos esquecer de rezar juntos. Porém, ainda bem que temos o costume de visitar a capela do Santíssimo antes de qualquer serviço. Até porque, como é que entra-se numa casa sem ao menos cumprimentar o seu dono?

Preparar a Santa Missa: Esse item requer outros escritos, quero aos poucos conversar sobre a preparação da Santa Missa, parte por parte, para que estejamos sempre em comunhão com a Igreja. Mas, basicamente, é preciso escolher os cantos e ensaiá-los, ensaiá-los com o povo, tornar os cantos conhecidos, preparar o salmo, etc. Dialogar com o presidente da Celebração Eucarística, ler as leituras, antífonas, para escolher os cantos de acordo com a celebração daquele dia. Basicamente é isso, mas voltaremos em breve a conversar sobre esse tema.


É complicado quando os cânticos não estão "no mesmo tom" das leituras da missa. Ao invés de unidade, vê-se divisão e todos sabem quem é que veio para causar dissensões. Quanto a ensaiar os cânticos com o povo, é algo que merece ser bem observado pelos ministérios, pois a assembléia tem todo o direito de participar ativamente nas respostas, nos cânticos, na oração.
Na missa devemos estar unidos na mesma canção, na mesma oração, no mesmo amor que é o de Deus.

Montagem e passagem de som:
É inadmissível para o músico/ministério de música começar a cantar na Missa sem se ouvir, ou pior: sem o povo ouvi-lo. É preciso ter as referências do instrumento de harmonia, é preciso equalizar o som, evitar as microfonias, fazer os cortes de frequência, assim por diante. Fazendo uma observação aqui: já deparei com pessoas que têm vergonha de passar o som no microfone. Bom, irmão, irmã, é seu trabalho, faz parte dele. É preciso que você ouça sua voz e a banda enquanto você canta. Isso corrige vários erros graves de afinação e rítmica. Ou seja, é preciso chegar cedo, carregar muitas vezes os cabos, bateria, caixas, instrumentos, etc. É preciso zelo e cuidado, depois é preciso fazer um som agradável dentro da igreja. Eu já pequei e muito na minha adolescência por fazer uma música barulhenta, meu coração era cheio de Deus e meus ouvidos cheios de barulho. Conforme fui amadurecendo (e quanto sofri para isso!) fui percebendo que a música é uma espécie de barulhinho bom. Um som agradável ajuda muito na manifestação do povo na Celebração Eucarística. É preciso afinar os instrumentos. Isso é básico. Harmonia. Nós precisamos harmonizar toda a assembleia, e isso começa em nós, se estamos harmonizados no coração e na música, a assembleia será harmonizada pela nossa música. Reflita sobre isso com seu ministério, ensaie mais, reze mais, estude mais. Vai dar certo!


Se tem algo que, em relação ao som, faz muita diferença, é a equalização correta dos instrumentos e dos microfones, além das caixas de retorno e de saída. Aos poucos, pela experiência, consegue-se aprender coisas como: aumentar a intensidade de agudos causa microfonias mais facilmente, médios exagerados nos instrumentos como violão ou guitarra podem deixar o som desagradável, volume de saída muito alto pode desestimular a assembléia a participar nos cânticos, ficando como espectadora (o que não deve de forma alguma acontecer).

A afinação dos instrumentos, como disse o autor do texto, é muito importante. É bom que ela siga uma referência dada por um equipamento eletrônico, pois é mais prático para o momento e dá a frequência das notas com segurança. No momento do ensaio, é complicado estar afinando instrumentos, se o problema da desafinação não for algum problema do instrumento. A missa é algo que precisamos encarar com muita seriedade e o som que nossas vozes ou instrumentos emitirem precisam realmente servir à celebração.

Organização dos instrumentos: Eu posso dizer até hoje que sou muito "chato" com isso. Gente, estamos na igreja, na casa do Senhor e, geralmente, tocamos no meio de uma bagunça de cabos e fios espalhados pelo chão, e quando pisamos neles gera aquele barulho desagradável, que fica o tempo todo zunindo na cabeça de quem está na Missa. Outra coisa são os cabos em péssimo estado, que, muitas vezes, eu usei, mas não era por falta de dinheiro, não, irmãos, era porque eu não os consertava. Sempre temos na igreja alguém que sabe um pouquinho de ferro de solda e estanho. Invista nisso, é cuidado com seu ministério.

Às vezes convivemos com o problema de cabos, instrumentos e microfones formarem uma verdadeira bangunça no local da Igreja onde o ministério serve. Quando estamos na Igreja, estamos na Casa de Deus e é um local que merece respeito e organização. Quando houver excesso de cabos, é bom que o mesmo seja colocado num lugar a parte, separado dos demais. Assim não se misturam e não precisa-se percorrer a trilha do cabo para saber qual o seu microfone ou instrumento na mesa de som. Evita-se também acidentes com os equipamentos, pois eles podem enrolar-se e, ao puxar um só, podem cair outros. Nós não organizamos o nosso local de estudo ou trabalho? Por que não organizaríamos o nosso local de servir ao Senhor?

Tenham uma ótima semana,
E que Deus abençoe a todos.

Gian.







sábado, 15 de outubro de 2011

A história de Nos. Sen. Aparecida




Em síntese: Em 1717 três pescadores, após frustrada tentativa de apanhar peixes no rio Paraíba do Sul perto de Guaratinguetá (SP), colheram em suas redes o corpo de uma estátua de Maria SS. e, depois, a cabeça da mesma. A este fato se seguiu farta pescaria, que surpreendeu os três homens. Tendo limpado e recomposto a imagem, expuseram-na à veneração dos fiéis em casas de família. Verificaram-se, porém, alguns portentos, que chamaram a atenção do Pe. José Alves Vilela, pároco de Guaratinguetá. Este então decidiu construir para a Santa Mãe uma capela capaz de satisfazer ao crescente número de devotos da Virgem. Tal capela foi substituída por outra maior no morro dos Coqueiros em 1745, morro que tomou o nome de “Aparecida” (hoje cidade de Aparecida do Norte). Em 1846 foi iniciada a construção de templo mais vasto, que ainda hoje subsiste. No ano de 1980 foi concluída monumental basílica, alvo de peregrinações numerosas durante o ano inteiro. Em 1930 o Brasil foi solenemente consagrado a Nossa Senhora Aparecida pelo Cardeal D. Sebastião Leme na presença do Sr. Presidente da República e de numerosas autoridades religiosas, civis e militares.

Os acontecimentos de fins de 1995 chamaram a atenção para Maria Santíssima tal como é venerada em Aparecida do Norte (SP) e no Brasil inteiro na qualidade de Padroeira do nosso país. Sabe-se que tal devoção se deve a uma pesca surpreendente cercada de fatos extraordinárias, que suscitaram a piedade dos fiéis da região de Guaratinguetá e, posteriormente, a da população de todo o Brasil. Em 1930 a Virgem Santíssima foi proclamada Padroeira do Brasil sob o título de Nossa Senhora da Conceição Aparecida (ou Nossa Senhora Imaculada em sua Conceição e Aparecida nas águas do rio Paraíba do Sul).¹

Já que versões diversas correm sobre o desenrolar dessas aparições e os atos subseqüentes, apresentaremos, a seguir, a genuína história dos eventos registrados.


André

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Dica de cd






















Olá músicos!!!


vai mais uma dica que não pode faltar no nosso acervo de cd.


Os CDs mais novos do Pe.Marcelo Rossi e Pe. Regianldo Manzotti que tocam músicas que marcam e tocam nossos corações.A dica de CD vale até para aquelas pessoas que não participam tantos dos eventos da igreja.Vale a pena conferir e aprender muitas músicas de louvor e oração.Corra e compre já o seu.


André

domingo, 11 de setembro de 2011

ATENÇÃO MÚSICOS



Toda tropa de combate possui possui sua linha de frente formada por guerreiros prontos para a batalha.Os músicos fazem parte desse pelotão,cuja missão é salvar almas com seu instrumento e sua voz.Artistas favorecidos por Deus pela capacidade de amar,os músicos devem,antes de tudo permitir a unção do espirito santo e buscar ser santos,para que assim apaziguar a sensibilidade e proporcionar harmonia a onde quer estejam.

Autor:Mons.Jonas Abib.

Livrarias Canção Nova

Galera do ministério garanta já o seu!!!

André

NOVO CD ANJOS DE RESGATE

Olha só galerinha pra quem realmente gosta de música e ainda dá valor a música católica esta aí uma dica muito boa:CD 10 ANOS DE ANJOS DE RESGATE.
Como comemorar 10 anos de carreira de uma das maiores bandas católicas do Brasil?
Reunindo em único CD um repertório que nos leva a uma viagem no tempo,relembrando todos os albuns do grupo.Essa é a proposta do CD de Anjos de Resgate 10 anos,novo trabalho da banda,lançado numa nova parceria entre as gravadoras CODIMUC e SOM LIVRE.


Corra e compre já o seu!!!

André

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Papa anuncia Rio como sede da Jornada da Juventude

O papa Bento XVI anunciou ontem que a cidade do Rio de Janeiro acolherá a próxima JMJ (Jornada Mundial da Juventude), em 2013, durante discurso para centenas de milhares de jovens católicos reunidos na eucaristia que encerra o evento de Madri, na Espanha.

O anúncio foi feito ao término da 26ª Jornada, que reuniu na cidade espanhola cerca de 2 milhões de peregrinos católicos de 193 países. O papa, de 84 anos, expressou seu desejo de viajar à capital fluminense para presidir o evento.

“Tenho o prazer de anunciar que a sede da próxima Jornada Mundial da Juventude, em 2013, será o Rio de Janeiro. Peçamos ao Senhor já desde este momento que ajude os jovens de todo o mundo que tiverem de se preparar para que possam se reunir novamente com o papa nessa bela cidade brasileira”, declarou Bento 16 em espanhol.

FONTE:http://tabajara.am.br/main/content/view/2614/165/
André

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Qual o problema de ouvir “Faz um milagre em mim”?

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Há uma música que circunda nos meios evangélicos, chamada “Faz um milagre em mim”, cujo compositor é Regis Danese. No entanto, a música não se contentou em ficar famosa somente no meio protestante – como se a música se impusesse aos cristãos de outras denominações religiosas – e se proliferou. Faz-se ouvir o “Como Zaqueu…” dentro das igrejas católicas, em grupos de oração, em encontros de família e até mesmo em celebrações litúrgicas. Essa é a realidade: a música realmente se tornou sucesso entre muitos católicos.

No entanto, o que é hoje real difere muito do que realmente deveria ser. Nesse momento, mais uma vez precisamos traçar uma linha entre o real e o ideal. O real é isso o que vemos: católicos desprezando sua liturgia, seus cantos, sua cultura, para se protestantizarem, ou seja, incorporar elementos de outras religiões, para se satisfazerem, como se não bastasse os elementos da nossa Igreja. Os católicos preferem se afogar no mar da confusão que está presente no protestantismo, ao invés de continuarem sob a tutela do Sumo Pontífice, na barca de Pedro.

Lamentável. Mas tudo isso já foi profetizado por São Paulo há quase dois mil anos atrás: “Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas” (2 Tm 4, 3-4). Por que rejeitar a nossa Liturgia e o maravilhoso canto gregoriano para ouvir uma música que às vezes nem mesmo canta o que cremos e vai diretamente contra o princípio da nossa fé? Esquecemo-nos muitas vezes do Lex orandi; Lex credendi e acabamos por incorporar em nossa fé elementos totalmente acatólicos.

É que não conseguem diferenciar mais o ecumenismo, que consiste “[n]as atividades e iniciativas, que são suscitadas e ordenadas, segundo as várias necessidades da Igreja e oportunidades dos tempos, no sentido de favorecer a unidade dos cristãos” (Unitatis Redintegratio, 4), da afirmação sempre atual de Pio XI: “Não é lícito promover a união dos cristãos de outro modo senão promovendo o retorno dos dissidentes à única verdadeira Igreja de Cristo, dado que outrora, infelizmente, eles se apartaram dela” (Mortalium Animos, 16). Promover o ecumenismo, portanto, não significa querer a unidade a qualquer custo. Precisamos sobretudo, no nosso empenho em promover a unidade, salvaguardar a pureza da fé católica, aquela pela qual todos devem se salvar, e fora da qual a salvação se torna praticamente impossível, mediante a consciência de sua fundação por Jesus Cristo.

Contra essa iniciativa – de reafirmar a doutrina católica ante a tentativa dos modernistas em protestantizá-la – surge um artigo: “Faz um milagre em mim”: católicos se rendem e música gospel vira novo hit. Para o autor do texto, “o maior nome da Igreja Católica no Brasil” é Padre Marcelo Rossi. Começa aqui um erro terrível: nenhum leigo, padre, ou mesmo um bispo pode ser considerado autoridade maior que a de fato autoridade máxima da Igreja, aqui no Brasil e em qualquer outro lugar do mundo, o Santo Papa. Essa tentativa de se instituir o homem como autor de sua própria fé – tendência que surge a partir da reafirmação do princípio da democracia – é totalmente contraditória ao princípio da unidade, defendido e valorizado por nossa Igreja.

Mas, enfim, qual é o motivo pelo qual os católicos não deveriam ouvir a música protestante e, nesse caso mais especial, a música “Faz um milagre em mim”?

Para aqueles que ainda não ouviram a música – acho difícil – acima ela cantada. Quem a ouve uma vez, sem ler a letra, já identifica nela um erro absurdo. A música canta: “Quero amar somente a Ti”. O cristão que estuda a Bíblia e conhece a doutrina da Santa Igreja sabe muito bem que queremos verdadeiramente amar a Deus, mas não somente a Ele. O amor que temos para com Ele se desdobra no amor aos irmãos. Nesse sentido, amamos a Deus e também aos irmãos, porque, exorta São João, “o que amar a Deus, ame também a seu irmão” (1 Jo 4, 21).

“Sem verdade, a caridade cai no sentimentalismo” (Caritas in Veritate, 3), adverte o Santo Papa Bento XVI, nome maior da Igreja no Brasil e no mundo. Músicas com letras cheias de inverdades são sentimentalistas. E o artigo do qual falamos anteriormente, ele próprio, que busca elogiar a música, acaba confessando isso, através da declaração de Rodrigo Plaça, cantor católico: “Quando escutam [as músicas evangélicas], as pessoas entram em uma espécie de transe, ficam emocionadas e colocam suas emoções para fora”. Quando o cantor fala em transe, está identificada uma característica de sentimentalismo, de caridade que não se fundamenta na verdade, senão em emoções espirituais vagas.

Esse é um motivo pelo qual não cantamos e nem ouvimos “Faz um milagre em mim”. Mas, não somente ela, mas outras músicas evangélicas, porque, pelo fato das pessoas que as compuseram não crerem na nossa fé, a adição, na própria letra da música, de valores totalmente estranhos à fé católica e à integridade da mesma, não só pode acontecer, como muitas vezes é evidente.

Lendo mais profundamente o artigo que exalta a música de Regis Danese, observamos alguns pontos, os quais acho importante destacar e comentar:

Os católicos já perceberam a diferença e, aos poucos, estão se acostumando ao estilo gospel de música. Já foi o tempo em que as canções “Maria de Nazaré” e “Segura na Mão de Deus” eram os únicos sucessos nas missas. Hoje, os hits cantados nas celebrações são compostos por autores evangélicos, sem preconceito.

É. A realidade infelizmente é essa. Mas não deveria ser. A missa é um ato sagrado, no qual celebramos a Eucaristia, elemento indispensável para a vida do cristão em busca da salvação. Ótimo. Qual o mistério central da Missa? Justamente a Eucaristia, o mistério no qual Jesus Cristo se faz alimento espiritual para cada um de nós. Todos os elementos presentes na Sagrada Celebração (música, orações, leituras etc.) visam nos levar ao encontro de Jesus Eucarístico, visam louvá-Lo, glorificá-Lo e adorá-Lo com mais perfeição. A partir do momento em que eu introduzo, no contexto da celebração, músicas compostas sem exaltar a Eucaristia ou algo no que nós, católicos, cremos, esses elementos perdem seu sentido. Assim, da mesma maneira, quando começamos a cantar “sucessos” nas missas, e deixamos de cantar cantos que verdadeiramente tenham a intenção de glorificar a Deus no Santíssimo Sacramento do Altar, estamos dessacralizando a Santa Missa.

Além disso, revoltante a forma como o artigo caracteriza as músicas cantadas nas celebrações: chamam-nas de hits e sucessos, como se a Santa Missa fosse um show ou algo do tipo.

Atualmente, os estilos caminham para a unificação, segundo os próprios religiosos. “Hoje está acontecendo o uso comum das músicas porque as letras deixaram de fazer apologia a uma determinada religião e passaram a se voltar à mensagem do evangelho”, afirma o padre Juarez de Castro, secretário de comunicação da Arquidiocese de São Paulo. As letras não citam mais termos religiosos típicos das missas – como a eucaristia, por exemplo.

E não deveria ser assim, como já deixei claro acima. Aliás, a mensagem do Evangelho não deveria ser considerada contraditória com a apologia à religião católica, uma vez que é no próprio Evangelho que está contida a base para a realidade de que Jesus Cristo fundou uma única Igreja, santa e católica. Essa mania de se excluir temas como Eucaristia, Virgem Maria, veneração aos santos, de músicas e elementos litúrgicos é lamentavelmente anti-católica. É uma tentativa – disfarçada, é claro – de colocar a caridade acima da verdade, sendo que é “só na verdade é que a caridade refulge e pode ser autenticamente vivida” (Caritas in Veritate, 3).

Estamos deixando de lado valores importantíssimos da nossa fé, como a Eucaristia, o amor e o culto à Virgem Santíssima para agradar a pessoas que não têm o mínimo de vontade de aceitar os dogmas da nossa Igreja. Estamos nos esquecendo da indagação do Apóstolo: “É, porventura, o favor dos homens que eu procuro, ou o de Deus? Por acaso tenho interesse em agradar aos homens? Se quisesse ainda agradar aos homens, não seria servo de Cristo” (Gl 1, 10). Ser servo de Cristo significa obedecer à Vontade d’Ele e da Sua Santa Igreja. Ser servo de Cristo significa rejeitar e negar as “opiniões” do mundo que contrariam a nossa fé.

Estão observando a ideologia que está por trás de toda essa questão? A pergunta – se um católico deve ou não ouvir música protestante – envolve toda uma ideologia, linha de pensamento que promove a banalização da Sagrada Liturgia, com a qual felizmente não podemos compactuar.

Graça e paz.
Salve Maria Santíssima!

fonte: http://beinbetter.wordpress.com/2010/01/09/qual-o-problema-de-ouvir-faz-um-milagre-em-mim/